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inês botelho início | biografia | bibliografia | imprensa | agenda | caderno | correio _________________________________________________________________________________________________________________ o ceptro de aerzis | livro 1- a filha dos mundos | livro 2 | livro 3 | glossário |
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capa da 1ª edição |
capa da 2ª edição e seguintes |
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"Ailura teve uma infância repleta de contos de fadas, elfos e duendes, de todo um mundo mágico e maravilhoso. Mas, como todas as crianças, cresceu e, lentamente, esqueceu esse mundo encantado, até que deixou de acreditar que a barreira que separa o nosso mundo dos sonhos e do maravilhoso não é mais espessa que o próprio ar."
O primeiro livro da trilogia e o meu primeiro livro, com tudo o que tem de bom e de mau. A história é aparentemente simples, quase uma introdução, mas apesar de tudo eu não consigo deixar de a adorar. Foi o começo; o que desencadeou tudo o resto. Por isso, tenho-lhe um carinho muito especial. Provavelmente agora, com outra idade e outra experiência, faria as coisas de forma diferente, mas a essência seria a mesma. Tudo o que é preciso para a história avançar está lá; todos os conflitos, sentimentos e atitudes necessários para definir as personagens também. De facto, ele é bastante completo, e muito mais profundo do que alguns, ao fazerem uma leitura mais superficial, e porventura algo desatenta, possam pensar. Os seus principais senãos são, talvez, um vocabulário ainda um tanto ou quanto pouco desenvolvido e uma visão ligeiramente cor-de-rosa demais do “mundo” desses seres místicos e míticos. Mas, tal como dizia Aldous Huxley, “tentar remendar uma obra defeituosa para lhe dar uma perfeição que ela não tinha quando da sua primitiva execução, passar a idade madura a tentar remediar os pecados artísticos cometidos e legados por essa pessoa diferente que cada um é na sua juventude, tudo isto, certamente, é vão e fútil”. Trata-se de uma história de aventuras, de auto-conhecimento, de magia e de sonhos. É o princípio e a base de toda a trilogia. É a apresentação de uma das personagens mais importantes de toda a história. Acima de tudo, foi a matriz impulsionadora da descoberta consciente de algo totalmente novo e maravilhoso para mim: o prazer da escrita. |